O burnout é reconhecido pela OMS como fenômeno ocupacional. Saiba identificar os três pilares do esgotamento, por que ele é diferente do estresse comum e como se recuperar.
O Burnout — ou síndrome do esgotamento profissional — é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno ocupacional resultante de estresse crônico no trabalho que não foi administrado com sucesso. Não é apenas cansaço: é um estado de esgotamento físico, emocional e mental profundo que afeta a capacidade de funcionar.
A psicóloga Christina Maslach identificou três dimensões centrais do burnout:
O estresse comum é pontual — tem causa identificável e, com descanso, passa. O burnout é crônico e acumulativo. Mesmo após um fim de semana ou férias, a pessoa com burnout continua exausta e sem motivação. É como uma bateria que não consegue mais carregar.
A recuperação do burnout exige mudanças em diferentes níveis:
Se você se identificou com mais de três dos sinais acima e eles persistem há semanas, é hora de procurar apoio profissional. O burnout não melhora sozinho — e quanto mais cedo você agir, menor o impacto na sua saúde e na sua carreira.
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